Escritórios podem ser um novo foco de infeção da Covid-19. Há cuidados a ter para ajudar a travar a propagação da pandemia.

Com o plano de desconfinamento em curso  e a diminuição das restrições impostas pelas autoridades, cada vez mais, há gente a sair de casa, a circular pelas ruas, nos transportes, comércios e a voltar aos postos de trabalho. O teletrabalho mantém-se obrigatório (salvo em casos em que seja impossível realizar a tarefa à distância) até ao final do mês de maio – depois só por acordo entre as empresas e os trabalhadores -, mas é hora de saber como preparar o regresso ao trabalho em segurança. Todos os cuidados são poucos na hora de sair de casa e travar a propagação da Covid-19.

Estes são os conselhos da pneumologista Raquel Duarte, publicados pelo Jornal de Notícias. 

1. Manutenção da distância física de 1,5 a 2 metros entre as pessoas
Se for possível, é preferível a manutenção do regime de trabalho remoto. Não sendo possível o teletrabalho, é possível reduzir o número de pessoas por metro quadrado, com a criação de turnos desfasados.

2. Redução do número de pessoas expostas
Qualquer pessoa é um possível doente podendo, por isso, colocar em risco os seus contactos. Além da utilização de máscara em ambiente fechado, é importante reduzir o número de potenciais pessoas expostas. As equipas deverão ser reduzidas e fixas e as reuniões virtuais estão para durar.

3.Redução do risco de exposição
Deve haver circuitos estabelecidos evitando concentração de pessoas.

4. Elevadores
Os elevadores poderão ser um problema. Não podem ter muitas pessoas, deve ser respeitada a distância e tem ainda o problema dos botões manuseados por muitas pessoas. Tem sempre a alternativa das escadas ou ter calma, esperar por ter o elevador disponível e higienizar as mãos à entrada e à saída.

5. Arquitetura
A arquitetura dos gabinetes também deverá mudar. O conceito de ‘open space’ irá desaparecer. Passaremos a ter a nossa mesa e o nosso espaço. Iremos encontrar desenhos geométricos no chão ou traços que nos lembrarão a cada instante que devemos manter a distância.

6. Higienização
A cada porta deverá haver um dispensador de desinfetante e a lavagem de mãos será um hábito tão natural como respirar.

7. Monitorização da febre e dos sintomas
Estaremos todos muito mais atentos à febre e aos sintomas.


Fontes:
www.idealista.pt
ww.jn.pt

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